Festa literária celebra a mulher, forma novos leitores e ratifica o poder transformador dos livros, alcançando números históricos com programação div
Festa literária celebra a mulher, forma novos leitores e ratifica o poder transformador dos livros, alcançando números históricos com programação diversa e democrática
Por Redação do NewsLink
Mais de 450 mil visitantes e mais de 600 atividades durante dez dias. Estes são os números da XV edição da Bienal Internacional do Livro do Ceará encerrada neste domingo, 13, com recorde de público e um balanço positivo. Realizada desde o dia 4, no Centro de Eventos do Ceará (CEC), a bienal cearense se consolida como uma das maiores feiras literárias do país.
Outro destaque da Bienal foi evidenciar a resistência feminina na literatura como tema central, promovendo discussões, lançamentos, oficinas e espaços de leitura voltados à valorização das vozes femininas na escrita. A programação também teve forte apelo educacional, com ações voltadas à formação de novos leitores e incentivo à leitura entre crianças e jovens.
Foto: Chico Gadelha I Divulgação
A Bienal do Livro do Ceará 2025 registrou movimentação financeira de mais de R$ 13 milhões em vendas. A organização estima que o programa de visitação escolar foi responsável por levar mais de 40 mil estudantes ao Centro de Eventos, oriundos de 736 instituições públicas e privadas.
Foi um evento que reafirma o compromisso do Estado com o acesso à cultura, à educação e à valorização da literatura como ferramenta de transformação social. No final, a secretária da Cultura do Ceará, Luísa Cela, ressaltou o o papel estratégico da Bienal no âmbito das políticas culturais do Estado. Ela estava no palco ao lado das curadoras e da coordenadora da Bienal, Maura Isidório.
Foto: Lucas Calisto
O encerramento contou ainda com o encontro “Linhas de vida: do eu ao outro”, uma conversa reunindo dois dos maiores expoentes da literatura brasileira, que são cearenses, os escritores Ana Miranda e Lira Neto, em um momento onde o fazer literário e o amor pela leitura se sobressaíram. A mediação foi da professora Aíla Sampaio, do curso de Jornalismo da Universidade de Fortaleza (Unior).
Por fim, o espetáculo musical “Mulheres cantam a Massafeira” homenageou o movimento que marcou a cena musical cearense no final da década de 1970. No palco, as vozes e os talentos de Mona Gadelha, Marta Aurélia, Alice David e Claudine Albuquerque.
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