Preconceito e assédio, os vilões enfrentados pelas mulheres gamers

por Diuly Moreira e Gabriel Chaves

O universo dos jogos digitais é um das maiores indústrias do mundo e continua crescendo a passos largos. Socialmente falando, o videogame é “destinado a meninos”, raramente é visto como algo para as meninas. Quando as mulheres ingressam neste mundo precisam enfrentar dois grandes vilões: o preconceito e o assédio. 

Financeiramente falando, o mundo dos gamers é incrivelmente atrativo, mas entrar nesse universo é um pouco mais difícil para as mulheres. Seja no quesito profissional – dentro das empresas que desenvolvem jogos, como atletas de e-sports ou, mais atualmente, como streamers – ou apenas para relaxar, a presença feminina nos jogos digitais sempre gerou desconforto por parte do público masculino.

Para falar de todo o preconceito e assédio que as mulheres sofrem online, temos que olhar para o que a nossa sociedade define como “coisa de menino” e “coisa de menina”. Não estamos acostumados a ver mulheres pedindo ou ganhando de presente videogames, computadores ou celulares voltados para jogos. Historicamente falando, os homens que ganham – ou compram – esses tipos de produtos. Para as meninas restam as bonecas, os kits de cozinha, objetos e brinquedos que remetem às atividades ditas “femininas”.


Esta reportagem foi produzidas por estudantes de Jornalismo da Universidade de Fortaleza durante a disciplina de Jornalismo Investigativo da Universidade de Fortaleza (UNIFOR) em 2020.2, sob a supervisão do Professor Jeimes Alencar e da monitora Melissa Carvalho

Confira a matéria completa em: https://grlpwrnosgames.wixsite.com/inicio

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