“The Witcher 3: Wild Hunt”, o RPG que ganhou uma geração dos games

Por Halleyxon Augusto

 

Com o lançamento da série The Witcher na Netflix no final de 2019, a venda do jogo “The Witcher 3: Wild Hunt” voltou a crescer bastante e se mantém em equilíbrio até o momento em 2020, apesar da série ter roteiro um pouco diferente da história original do jogo e dos livros.

Capa da série The Witcher na Netflix. Foto: Reprodução

Considerado por muitos dos jogadores de videogame e pela crítica como um dos melhores jogos da geração passada, com mais de 250 prêmios incluindo os da premiação “The Game Award” para as categorias Jogo do Ano , Melhor RPG e Jogo Mais Aguardado do ano de 2015, “The Witcher 3: Wild Hunt” é um jogo de RPG (do inglês Role-playing game, um tipo de jogo em que os jogadores assumem papéis de personagens e criam narrativas colaborativamente.) desenvolvido pela empresa CD Projekt RED

O jogo é um universo aberto que traz dentro desse fantástico mundo medieval a história de Geralt de Rivia, considerado um dos últimos bruxos restantes na terra. Ele é bastante corajoso e um excelente caçador de monstros. 

Gerald apresenta uma personalidade bem romântica e, durante o jogo, ocorrem diversas cenas amorosas. A história ainda conta com uma segunda personagem, a espadachim de poderes míticos Ciri que, por mais que seja pouquíssimas vezes controlada pelo jogador, é a personagem que dá continuidade, juntamente com Gerald, à história de The Witcher 3: Wild Hunt. 

A franquia do jogo, até o momento, é uma trilogia dividida em The Witcher (2007), The Witcher 2: Assassinos de Reis (2011) e The Witcher 3: Wild Hunt (2015). Além da franquia dos jogos, The Witcher possui uma série de livros , além desta primeira série de stream  pela Netflix.

Mecânicas do Jogo

A história é complexa e profunda, onde as escolhas do jogador dividem as aventuras, incluindo a trama principal, as inúmeras missões secundárias, liberadas a todo momento, e as diversas missões cotidianas dos NPC (personagens de jogos eletrônicos que não pode ser controlado pelos jogador.). 

As escolhas, como já  mencionadas, são fundamentais no jogo, por exemplo, salvar o filho do moleiro do ataque de um Golen (uma das criaturas existentes no jogo), pode afetar quem acabará por assumir um reino, enquanto frustrar uma conspiração para assassinar um senhor nobre pode significar a ruína de seus súditos oprimidos.

As missões aparecem no jogo forma cinematográfica e podem ser tomadas em qualquer ordem ou completando uma por vez. Independentemente do método, as ações do jogador trarão muitas consequências, as quais podem mudar a história e afetar o mundo do jogo. Existem 36 finais diferentes para o jogo devido às consequências que o jogador pode impor com as suas escolhas durante a jornada. Confira um pouco da jogabilidade do jogo abaixo apresentado durante uma coletiva de imprensa.

A gameplay (experiência de jogar o jogo) de The Witcher 3: Wild Hunt fornece ao jogador a possibilidade de estilo de combate, que foi completamente renovada em comparação com os “The Witcher” anteriores. A jogabilidade também possui um  sistema usual do gênero RPG de ação combinado com o uso de magias e ataques físicos. 

Entre as novas mecânicas introduzidas no game, estão os “sentidos de bruxo”, a técnica de combate a cavalo e em alto mar, a possibilidade de mergulhar, e a inclusão de uma besta como arma alternativa. Além disso, Gerald agora pode saltar, escalar e pular sobre objetos, algo que não era possível nos títulos antecessores. 

O jogo foca em certos detalhes que muitas jogos acabam deixando passar, como, por exemplo, a barba do personagem que, com o tempo, acaba crescendo. Outro detalhe vem da força dos inimigos, que podem ficar mais fortes dependendo do horário do dia, por exemplo um lobisomem, fica mais forte quando é noite de lua cheia. O cenário do jogo também é bastante vivo, contando com muitos diálogos aleatórios, missões em locais improváveis e total interação com o cenário para coletar plantas ou até caçar animais. 

O tempo necessário para finalizar (gíria utilizada com o sentido se conclusão do jogo) The Witcher 3: Wild Hunt, segundo a CD Projekt RED, são necessárias, no mínimo, 100 horas para terminar o jogo, sendo 50 horas com missões secundárias e a outra metade com a história principal, podendo chegar a mais de 200 horas se o jogador decidir “fazer tudo” que o game proporciona.

2 comentários em ““The Witcher 3: Wild Hunt”, o RPG que ganhou uma geração dos games

  • 18 de fevereiro de 2020 em 08:32
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    Gostei muito da matéria HP principalmente do aprofundamento na mecânica do game, espero que a produção desse tipo de conteúdo continue.

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  • 18 de fevereiro de 2020 em 10:14
    Permalink

    Deve ser um bom jogo eu vou comprar

    Resposta

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