A arte de fazer acreditar na fantasia dos livros

Por e Sarah Viana e Thomás Regueira

As escritoras convidadas Regina Machado e Socorro Acioli, através da mediação de Fábio Delano, conversaram segunda-feira (19) sobre acreditar em coisas que podem ser possíveis e sobre suas profissões. A palestra “Professor Leitor: Um provocador de experiências estéticas literárias” trouxe ao público da Bienal o papel da literatura na vida das pessoas e como as escolas devem ter um espaço para que as crianças e os jovens tenham acesso às diversas realidades.

Relembrando histórias de sua infância, Socorro provocou reflexões sobre o papel do escritor em uma sociedade cada vez mais distante dos livros. Regina Machado, juntamente com sua parceira e amiga, brincou sobre o tempo de Fortaleza, buscando a atenção do público presente. Através de uma história sobre senhoras e árvores azuis, a escritora comentou sobre como a construção de palavras é uma arte e como é importante dar espaço a vivências e fantasias. “O que faz a gente andar para frente é acreditar no que pode ser possível”, acredita. 

Regina Machado na palestra “Professor Leitor: Um provocador de experiências estéticas literárias”. Foto: Sarah Viana

Musical “A Flor do Mamulengo”

O Espaço Literatura e Infância é onde acontecem diversos musicais infantil, peças e mediações de leitura. Segunda-feira (19), ocorreu o musical “A Flor do Mamulengo”, que conta a história de uma boneca de teatro que se apaixona por outro boneco (mamulengo) mas acaba não sendo correspondida.

A responsável por dar vida à Flor foi a professora Ana Paula Mascarenhas, da Escola Municipal de Ensino Infantil e Ensino Fundamental (EMEIF) Infante Rosalina Rodrigues. “A Flor do Mamulengo é um musical que faz parte do nosso projeto de leitura. Desenvolvemos ano passado e continua esse ano com as crianças, onde a gente incentiva a leitura, mesmo que seja através de música.”

De acordo com a professora, a música representa o sertão, e que a música é trabalhada também em época de São João e encanta as crianças pela parte teatral.

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