SONU debate sobre armas de destruição em simulação com estudantes

Por Cadu Vasconcelos e Letícia de Medeiros

Aconteceu ontem (31), a Simulação da Organização das Nações Unidas (SONU), organizada pela Universidade Federal do Ceará (UFC). O evento teve como proposta simular o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) e aconteceu durante o primeiro Encontro de Direito Internacional na Universidade de Fortaleza (Unifor).

O tema “Armas de Destruição em Massa: Desarmamento, Controle e Tratados de não proliferação”, contou com a simulação de comitês dos países: China, Marrocos, Colômbia, França, Estados Unidos, Federação Russa, Reino Unido, Israel, África do Sul, Austrália, Irã e Ucrânia.

O projeto de resolução teve como assinantes os comitês da Colômbia, África do Sul, França, EUA e Israel. Sua primeira instância, em razão da atividade atômica, visava proferir relatórios semestrais, promovidos pela Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA). Já a segunda instância pretendia a intensificação da fiscalização das fronteiras.

Oportunidade de crescimento

A experiência de estar presente na simulação foi uma oportunidade de crescimento para João Carlos, 21, aluno de Psicologia da Unifor. “Muitas pessoas entram no projeto tímidas e acabam desenvolvendo a capacidade de falar  em público. É um projeto importante para as pessoas saírem da zona de conforto e debaterem”, revela.

“É um projeto importante para as pessoas saírem da zona de conforto e debaterem” (João Carlos, 21, estudante)

O secretário de comunicação da SONU 2019, Lucas Falconery, 21, afirma que o objetivo principal da simulação é refletir sobre diversas questões que podem passar despercebidas durante a faculdade. “A SONU traz essa imersão. Ela serve tanto para a parte mais ativa no debate, quanto a parte de imersão na cobertura jornalística”, esclarece.

Sobre a SONU

A iniciativa da SONU surgiu em dezembro de 2004 com alunos da disciplina de Direito Internacional Público da Faculdade de Direito da UFC. A cerimônia tem como objetivo despertar o interesse dos estudantes em saber como funciona os sistemas de resolução de impasses internacionais. Os alunos atuam como delegados, assessores, repórteres, promotores, representando países e grandes jornais nacionais e internacionais.

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