5+Obras literárias de Stephen King que viraram filme

Por Matheus Miranda

Em Portland, no dia 21 de setembro de 1947, nascia o escritor literário que tinha uma peculiar criatividade em produzir dramas, romances e um especial interesse pelo macabro. Este é Stephen King, dono de uma biblioteca extensa com mais de 50 romances e 200 contos publicados. O norte-americano já vendeu mais de 360 milhões de cópias, com publicações em mais de 40 países.

Muitas de suas obras foram adaptadas para o cinema, tornando-se o nono autor que mais teve obras publicadas nas telonas. Com o intuito de homenagear o escritor pelos seus 69 anos de vida, o Jornalismo NIC decidiu selecionar as cinco melhores obras que  marcaram o gênero literário de suspense e terror.

MISERY, Louca Obsessão (1987)

O livro em 1992 ganhou uma adaptação para o cinema aonde conseguiu ganhar o Oscar de Melhor Atriz. Foto: reprodução.

Paul Sheldon é um famoso escritor reconhecido pela série mais vendida protagonizados por Misery Chastain. No dia em que termina de escrever um novo manuscrito, decide sair para comemorar,  apesar da forte nevasca. Após derrapar e sofrer um acidente de carro, Paul é resgatado pela enfermeira aposentada Annie Wilkes, que surge em seu caminho. A senhora é também uma leitora voraz que se autointitula a ‘‘fã número um do autor’’. No entanto, o desfecho do último livro Misery desperta na enfermeira o seu lado mais sádico e psicótico pelo o escritor. Muito abalada, Annie o isola em um quarto e inicia uma série de torturas e ameaças, que só chegará ao fim quando ele reescrever a narrativa com final que ela considera apropriada. Ferido e debilitado, Paul Sheldon terá que usar toda a sua criatividade para salvar a própria vida e, talvez, escapar deste pesadelo.

 

O Iluminado (1977)

O título do livro foi inspirado na música “Instant Karma” de John Lennon. Foto: reprodução.

Danny Torrance não é um menino comum. Vive sendo atormentado por demônios e não consegue fugir desse mal que o assombra. Nesta guerra sem testemunhas, vencerá o mais forte. É capaz de ouvir pensamentos e transportar-se no tempo. Danny é iluminado. Será uma maldição ou uma bênção? A resposta pode estar guardada no Hotel Overlook. Em O Iluminado, quando Jack Torrance consegue o emprego de zelador no antigo hotel, todos os problemas da família parecem estar solucionados. Não mais o desemprego e as noites de bebedeiras o sofrimento da esposa, Wendy. Tranquilidade e ar puro para o pequeno Danny livrar-se das convulsões que assustam a família. Só que o Overlook não é um hotel comum. O tempo esqueceu-se de enterrar velhos ódios e de cicatrizar antigas feridas, e espíritos malignos ainda residem nos corredores. O hotel é uma chaga aberta de ressentimento e desejo de vingança. E somente os poderes de Danny podem fazer frente à disseminação do mal.

 

 

Carrie, A Estranha (1974)

O clássico já fora adaptado para um musical, na Broadway, em 1988. Foto: reprodução.

Carrie é uma adolescente tímida e solitária. Aos 16 anos, não pôde viver os prazeres e as descobertas dos jovens de sua idade. A jovem acredita que tudo é pecado. Dominada pela mãe, uma fanática religiosa que reprime qualquer manifestação de vida. Viver é enfrentar, a cada dia, o terrível peso da culpa. Para os colegas de escola, até mesmo os professores, ela é uma menina estranha, incapaz de viver com os demais. A cada dia mais isolada, Carrie sofre com as piadas maldosas e o deboche. No entanto, há um segredo por trás de sua aparência frágil: Carrie tem poderes sobrenaturais, e com a simples força do pensamento é capaz de mover os objetos. Esse é o seu segredo particular, duramente reprimido como tudo mais em sua vida. No fatídico dia de sua formatura, um ato de bondade ofereceu a Carrie uma outra forma de enxergar a si mesma. Porém, outra obra de crueldade provocou uma reviravolta e transformou os seus poderes secretos, em uma arma de horror e destruição.

 

A Coisa (1986)

No auge de sua carreira Stephen King produziu um dos seus personagens mais assustador de seus contos. O palhaço Panywise. Foto: reprodução.

Junho de 1958. Derry, pacata cidade do Maine (Nova Inglaterra) é o lugar para o verão inesquecível de Bill, Richie, Eddie, Stan, Beverly, Mike e Ben. Sete adolescentes que se tornam amigos inseparáveis e passam as férias juntos. Um tempo em que vão descobrir o doce sabor da amizade e ao mesmo tempo, vão provar o gosto amargo da perda, do medo e da agonia. Este será um ano inesquecível. Terrivelmente inesquecível. O ano em que vão conhecer a Coisa, a força estranha e maligna que vem deixando um rastro de sangue na calma Derry. O ser sobrenatural que apresenta apetite especial por crianças. Maio de 1985. O tempo passou deixando suas marcas em cada um deles. Já não são mais crianças. Mike Hanlon, o único que permaneceu na cidade, acaba tendo que chamar novamente a sua turma. Precisam unir novamente suas forças. A coisa volta a atacar e eles devem cumprir a promessa selada com sangue quando crianças. Só eles tem a chave do enigma. Apenas eles podem vencer o poder maléfico da Coisa.

 

 

 

 

À Espera de um Milagre (1996)

O livro foi originalmente lançado em em seis volumes, intitulado O Corredor da Morte. Foto: reprodução.

Paul Edgecombe está vivendo em um asilo quando decide narrar os eventos ocorridos no outono de 1932, na época, o superintendente do Bloco E (também conhecido como o corredor da morte) da penitenciária de Cold Mountain, em especial os episódios envolvendo os estranhos poderes de John Coffey. Condenado à morte pelo estupro e assassinato de duas meninas, conhecidas como as gêmeas Detterick. John é um homem de quase dois metros de altura que, apesar disso, nunca provocou o caos na prisão. Estava sempre chorando e falando coisas que não fazem sentido. Porém, com o passar do tempo, uma série de situações acontecem e Paul acaba por descobrir um dom mágico do prisioneiro: o poder da cura. A partir deste ocorrido, Paul percebe que todas as atitudes do condenado indicam para uma pessoa bondosa e de bom coração, sem entender muito da realidade do mundo, mas se esforçando para ajudar sempre que pode. Considerando tudo isso, inicia-se a suspeita de que Coffey, na verdade, não é o culpado pelo assassinato e estupro das gêmeas Detterick, apesar de ter sido encontrado com ambas nos braços, no dia do ocorrido.

 

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