Juliano Almada estagiário do FotoNIC

Projeto Olha A Gente Aqui. Foto: Pedro Vidal.

Por: Levi Aguiar

“Sempre fui muito sozinho, até hoje me considero um pouco solitário, e na minha infância, eu inventava minhas próprias brincadeiras. Eu gostava muito de brincar com bonecos, gostava de inventar histórias, montar roteiros e brinquedos”. Assim, o estudante de Publicidade e Propaganda, Juliano Monteiro, 20, estagiário no FotoNIC, começa a sua história de vida.

Juliano conta que na infância, apesar de ser um pouco mais introvertido que os colegas, possuía uma relação muito íntima e próxima com a sua mãe, isso o influenciou a se dedicar à pintura. “Minha mãe tem uma pegada mais artesanal. Brincávamos juntos, inventávamos jogos da memória e bonecos. Resumindo: minha infância sempre foi com ela”. Lígia, mãe de Juliano, é assistente social, pintora e artesã.

Seu primeiro curso foi  Ciências da Computação. Foram três semestres desenvolvendo estratégias e percorrendo as concepções da tecnologia. Ao final desse tempo, “não era bem isso que eu queria”, diz Juliano.

O encanto pela Publicidade e Propaganda foi despertado pelo interesse prematuro em  ler anúncios e inventar slogans diferentes. Além disso, Juliano é um apaixonado por fotografia e audiovisual. Em suas redes sociais, Instagram ou no seu portfólio online (Behance), fica evidente a expressividade de sua dedicação ao registro fotográfico. Até o início de 2016, suas fotografias se resumiam a selfies e fotos suas em viagens, no entanto, no final do mesmo ano, quando a sensibilidade pelo audiovisual foi despertada, sua rede social passou a expor alguns de seus trabalhos com atenção à técnica e à expressividade artística.

“O ensaio do Rio Choró foi minha primeira experiência ao ar livre. Ali tive um contato muito íntimo com a natureza, a gente chama isso de ensaio humanista. A sensação é muito estranha, tu tá sozinho e conectado com o meio ambiente. Senti a natureza respirar junto a mim, foi uma conexão incrível. Já fotografei eventos sem nenhuma remuneração por prazer e para contemplar o artista de perto, um exemplo foi o show do ‘Baco Exu do Blues’, neste evento, a minha maior gratificação foi ter o meu nome vinculado às fotos publicadas do evento. Foi recompensador porque houve um carinho enorme na produção desse trabalho.”

Além do interesse pela fotografia, Juliano dedica-se a aprender idiomas e explorar outras culturas. Fluente em inglês, cursou três semestres de francês e estuda russo online. Para Juliano, o contato com outras culturas e idiomas se torna uma forma a mais de se expressar e de explorar todas os aspectos possíveis da linguagem, da comunicação e da arte.

Quando questionado sobre qual seria seu hobby fora das estruturas da Universidade, ele afirma: “Ultimamente só tenho tido tempo para desenhar. Passei a desenhar e pintar muito, principalmente nas férias”.

 

Behance: https://www.behance.net/almadaj

Instagram: @juliano_almada

 

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